sábado, 24 de setembro de 2011

Por tantas vezes

Por tantas vezes fui de uns
Por tantas vezes estive ali
Por tantas vezes bebi

Mas do que me adianta essa vezes
Se ao final disso o complemento se torna nulo

Por tantas vezes fui feliz
Por tantas vezes chorei

Chorei por dentro....

O que adianta por tantas vezes
Por várias vezes
Vezes....eu não ter aquilo que busco.

O que busco?
Ah, o que busco é tão simples e animalesco

Que ainda não existiu...está longe dos horizontes de qualquer entendimento.

Por tantas vezes vivo apegada ao que virá.

sábado, 17 de setembro de 2011

Pactuação

A vida me mostra uma nova vertente.
Pactuação
Muito me indago disso, uma vez que, manter um pacto não é apenas uma forma de laço, mas sim de dependência.
Praticamente um leilão escrachado daquilo que pode vir a ser sua sentença.

Só me questiono, como tudo na vida, qual o poder disso. Ser onipotente ao seu próprio ser é uma dádiva. Uma benção maior.
Ter esse único tesouro, que pode-se levar a vida eterna, trocado por outros fatores me faz pensar em uma prostituição de alma.

Sinto muito senhor, mas da minha alma, desejos, interesses e vida eterna cuido eu.

Nem Deus consegue ter tanto poder na mãos como eu o tenho de mim.

Pactuo sim. Pactuo comigo mesma.

domingo, 11 de setembro de 2011

Hermético

Da minha confusão nada entendo
Sinto, sofro, peno.

Quase me afogo
Boio em cima das visualizações que tenho

Quebro,choro, lamento
Penso muito antes do meu coração ficar
O presságio que analiso estar.

Me refiro a uma labuta que tento cesar.
A minha complacência foi assassinada dentro de mim
Quem a matou foi meu próprio sentimento
Meu divino fogo


E visto o que não entendo
Prefiro

Entender me dá nauseas

Sinto, sofro , peno
Mas prefiro ser o centro dos poderes sentimentais
Do que o buraco da racionalidade